Reportagem volta percorrer pontos de drogas de Campinas e vê que pouca coisa mudou

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Após a operação na cracolândia em São Paulo, a reportagem CBN percorreu locais de Campinas conhecidos como pontos de drogas. Nós voltamos aos espaços para ver se algo efetivo foi feito. No final de maio o repórter Leandro Las Casas constatou os reflexos na região central.

No início de julho, estivemos em uma praça municipal às margens da Anhanguera no Parque Via Norte, onde a situação preocupava moradores.

Nesta 2° quinzena de julho, voltamos aos pontos mais críticos.  No acesso ao terminal metropolitano, na Rua Dr. Ricardo, além de moradores de rua, a quantidade de sujeira chamou atenção. Comerciantes relataram o problema e a situação do uso de entorpecentes.

No terminal central, flagramos uma abordagem da Guarda Municipal e patrulhamento na região da Praça Felipe Selhi, onde havia vários mendigos. A queixa de quem passa no local é mesma – concentração de usuários de drogas.

Atrás da Receita Federal na Av. Governador Pedro de Toledo, onde há um abrigo municipal, cerca de 20 pessoas tomavam as calçadas da frente com colchões. Conversamos rapidamente com um morador de rua que explicou que estavam ali foram por opção.

Em relação à cracolândia no Via Norte, depois que estivemos no local no dia 03 de julho, Guarda Municipal e Polícia Militar haviam se comprometido a reforçar o policiamento.

Nesse dia 17 voltamos à praça onde deveria funcionar um projeto social e embora não houvesse mais barracas, pessoas continuavam usando drogas. Um morador contou que a situação volta a ser preocupante.

A prefeitura de Campinas explica que há vários projetos realizados na área de assistência social. Sobre o fato que ocorre em frente ao abrigo, ressalta que eles preferem ficar do lado de fora pela estrutura, mas não querem seguir os horários e exigências da casa, como o fato de não poderem entrar com substâncias psicoativas. Destaca ainda que há vários profissionais trabalhando nesse sentido em várias frentes, inclusive na saúde.

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