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Compra de terreno é vista como fundamental pela diretoria da Unicamp

Pedro
Pedro Santos, quinta-feira, 19 jul 2012 15:10
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Vista aérea do campus da Unicamp em Campinas (Foto: Arquivo)

A compra do terreno de 1,4 milhão de metros quadrados por parte da Unicamp é vista como de fundamental importância pela direção da universidade. O terreno será destinado para a ampliação das atividades de ensino e pesquisa. O valor investido na compra da Fazenda Argentina, terreno ao lado da Unicamp, será de R$150 milhões. E é justamente este gasto que está gerando conflito entre a direção da Unicamp, estudantes e funcionários.

O DCE e o Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp são contrários à aquisição e alegam que a universidade deveria priorizar a conclusão de obras no campus de Limeira e aquisição de materiais. O Professor Euclides Mesquita Neto, Pró-reitor de Pós Graduação da Unicamp, afirma que a argumentação contrária não tem sentido e ressalta que o órgão máximo da universidade aprovou a compra.

Segundo o pró-reitor da universidade, Euclides Mesquita Neto, o campus de Campinas não comporta mais espaços para obras e ampliação, e por isso a alternativa é a compra da nova área. Os representantes do DCE e também do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, questionam a forma acelerada de como a compra do terreno foi aprovada. A proposta entrou no Conselho da Universidade no dia 5 de junho e foi aprovada no dia 27.

Questionado sobre as os pedidos do corpo de alunos e dos trabalhadores, o pró-reitor da Unicamp, Professor Euclides, rebate as afirmações do DCE e do sindicato. O projeto prioritário para o novo terreno é a construção do Polo de Pesquisa e Inovação da Unicamp, que tem como requisito uma área de 200 m2, da qual faltam 100 m2. Outro projeto para o local é a expansão da Faculdade de Educação Física.

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