Consumidores enchem mercados e notam preços mais altos

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Os supermercados de Campinas estão mais cheios e alguns consumidores notaram aumento nos preços. Com o fornecimento de alimentos afetado pela greve dos caminhoneiros, muitos adiantaram a ida aos estabelecimentos. Aneliz Muniz conta que foi às compras e pagou mais caro por alguns itens na comparação com outros dias.

No Covabra da Avenida Imperatriz Leopoldina, no Vila Nova, o gerente, Eduardo Tadeu, percebeu o aumento no movimento. Mas segundo ele, não há por enquanto necessidade de reajuste nos preços, já que não há falta nos estoques.

Já nas unidades do Carrefour de todo o Brasil uma medida foi definida para evitar o desabastecimento. Um aviso sobre a limitação de cinco unidades por produto por cliente foi afixado nas portas das lojas do País. Em nota, a empresa alegou que a intenção é se prevenir para melhor atender os clientes durante a greve. Apesar disso, alega que “o abastecimento segue sem muitos problemas em função dos volumes de estoques”.

Enquanto as grandes redes garantem ter produtos suficientes, proprietários de pequenas lojas se preocupam. A dona de um varejão na Rua Sacramento, no centro da cidade, diz ter feito a última compra normalmente. Ela não quis gravar entrevista, mas não sabe como estarão os preços e as mercadorias a partir desta sexta-feira. Na Ceasa Campinas, o preço de perecíveis subiu. Com isso, o quilo da batata, por exemplo, passou de R$ 1,40 para R$ 5.