Com mais de 12 mil casos de dengue registrados em Campinas, alguns bairros continuam servindo de criadouros do mosquito transmissor. Na Rua Danilo Tavolaro, por exemplo, no Jardim Santa Lúcia, tem um terreno com todo tipo de entulho, como vasos sanitários, pneus, caixas, entre outros materiais que acumulam água. O morador, Samuel Lisboa Santos, conta que enfrenta essa situação há três anos.

Aline Alves dos Santos conta que a rua recebe diariamente a visita indesejada  de moradores de outras regiões da cidade que despejam entulho no local. Enquanto a população “nem liga”, uma senhora idosa, moradora da rua, ficou muito debilitada por causa da dengue, como conta o marido dela, José Onório.

Em outro ponto da cidade, na Rua Cabo Verde, na Vila União, catadores de material de reciclagem, que trabalham em frente a um Ecoponto da Prefeitura, reclamam que a poder público está dificultado a trabalho de recolhimento do entulho deixado próximo ao local, que acaba se acumulando.

Para contribuir com os catadores, moradores de toda parte da cidade levam o material no local para que eles façam uma triagem. O que não seve para reciclar, como alguns tipos de móveis, por exemplo, é levado pelos catadores ao ecoponto. Mas, de acordo com Indinajara da Silva, a administração passou a lhes dificultar o acesso.