Seis meses depois de anunciar Campinas como um município importante logisticamente para a interiorização dos venezuelanos que buscam abrigo no Brasil via Roraima, a Operação Acolhida informou que não tem previsão para que a cidade se torne um “hub”, uma espécie de centro logístico para o direcionamento dos refugiados a outros estados brasileiros, por meio de uma “Casa de Passagem”

A informação, porém, é de que Campinas continua no planejamento da Operação.

A Operação Acolhida é responsável por amparar os venezuelanos que entram no País através de Roraima, proporcionando a essas pessoas atendimento emergencial, abrigo, documentação e imunização contra doenças. A ação reúne diversos órgãos do governo federal, das Forças Armadas e da Organização das Nações Unidas, além de entidades da sociedade civil.

Por conta do intenso fluxo migratório e da sobrecarga dos serviços públicos em Roraima, o governo criou o programa de interiorização, que leva os imigrantes a diversas cidades do País.

Em nota, a  Prefeitura de Campinas se colocou à disposição do Governo Federal e dos órgãos competentes e aguarda uma diretriz para que possa caminhar nesse processo de interiorização proposto pela Operação Acolhida