Campinas contabilizou de janeiro a julho 70 mortes no trânsito. O total registrado é o menor dos últimos cinco anos no município. Em 2015, foram 106. Em 2016, o maior: 107. Já 2017 e 2018, 84.

Os dados são do Infosiga, vinculado ao Governo do Estado de São Paulo. Avaliando cada mês deste ano, março e abril lideram, com 13 mortes. Em julho, últimos 30 dias que entraram na lista, foram nove fatalidades.

Ao longo de 2019, a sexta-feira foi o dia com mais mortes: 14 registros. O período da noite, entre seis da tarde e meia-noite, teve 22 mortes. Já a faixa etária com mais vítimas foi a de 18 a 24 anos, com 17.

85,7% dos mortos em vias da cidade são homens, 14,2% mulheres. 55,7% dos acidentes foram em rodovias, 42,8% em ruas e avenidas. 60% das vítimas eram condutores; 4,2% passageiros; 34,2% pedestres.

Na Região Metropolitana de Campinas, também foi a menor taxa desde 2015. De janeiro a julho, 190. Em 2018, 196. 2017, 219. 2016, 247. Já em 2015, 250. Somente no sétimo mês deste ano, foram 29 mortes somando as 20 cidades.

Sábado e domingo, lideram a lista com mais registros, com 34 cada. Ao todo, foram 63 mortes no período noturno, das seis à meia-noite. Os jovens dos 18 aos 24 anos também foram os mais afetados: 38 óbitos.

O índice de mortes em rodovias é de 51,5%. Em vias municipais, 44,7%. Os homens, 86,8%. Já as mulheres representam 13,1% das vítimas na RMC. Os condutores, 63,1%. Passageiros: 6,32%. Já os pedestres, 28,4%.